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Carlos Drummond de Andrade

publicado em 15/04/2006

Li e apreciei muito os (...) papéis que me mandou. Você é único. O texto sobre responsabilidade social dos meios de comunicação, excelente"
"A minha idéia de uma antologia de poesia social brasileira está morta e enterrada. Nem sequer guardei a documentação coligida. Desisti quando verifiquei que a maior parte dessa poesia era social mas não era poética, ou era apenas poética e nada tinha de social. Acho difícil, mesmo agora, fazer-se uma antologia boa deste gênero igualmente difícil. Mas sou grato a você pelo espontâneo oferecimento de colaboração.

Li e apreciei muito os (...) papéis que me mandou. Você é único. O texto sobre responsabilidade social dos meios de comunicação, excelente"

Carlos Drummond de Andrade (Rio, 14/11/80)

"Na volta da esperança
um princípio de vida:
ser outra vez criança
por toda, toda a vida.

Ao Carlito Maia, sob a inspiração do nosso Chaplin, meu desejo de coisas boas, simples e amorosas."

Carlos Drummond de Andrade (Rio, 1981-1928)

"Que rosas mais rosas e mais rosas, em cor e perfume, as que você nos mandou! Minha mulher e eu ficamos encantados. Só não me encantei foi com a minha incompetência para tomar parte em júris, cívicos ou não. Eu já tinha escrito a você dizendo isto, quando recebi a sua mensagem ou apelo temido. Não me queira mal, Carlito: estou solidário com todas as críticas à Lei de Segurança Nacional, mas não tenho jeito de me exibir em público. Sou todo papel impresso, nada mais."

Carlos Drummond de Andrade (Rio, 30/4/83)

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